Paula Vest - Terapeuta emocional
Apoio emocional e terapia online para momentos de perda
Atendimento online para pessoas que vivem luto emocional, luto por morte, rupturas afetivas e sofrimento após relacionamentos tóxicos ou narcisistas.
Atendimento online para pessoas que vivem luto emocional, luto por morte, rupturas afetivas e sofrimento após relacionamentos tóxicos ou narcisistas.
Você viveu um relacionamento tóxico e não consegue seguir em frente?
Relações marcadas por manipulação emocional, dependência afetiva, desvalorização e confusão interna deixam marcas profundas.
Muitas pessoas vivem um luto emocional intenso após o fim ou até mesmo durante um relacionamento tóxico ou narcisista, mesmo sabendo que aquela relação faz mal.
É comum amar e, ao mesmo tempo, se sentir esgotado, confuso e desconectado de si.
Esse sofrimento não é fraqueza. É um sinal de que algo precisa ser cuidado.
Nem toda perda é visível, mas toda perda deixa impacto
A perda de alguém querido, o rompimento de um vínculo importante, o afastamento familiar, a perda de um emprego, de um animal de estimação ou de uma fase da vida podem gerar sofrimento profundo.
O luto não se limita à morte.
Ele também aparece quando algo essencial se rompe e a vida perde sentido, direção ou estabilidade emocional.
Quando a dor não é reconhecida, ela não desaparece, ela se acumula.
O Método A.C.O.L.H.E.R é um processo terapêutico estruturado, criado para acompanhar pessoas que atravessam perdas, rupturas relacionais e mudanças profundas.
Não é uma fórmula fixa nem uma promessa de alívio imediato.
É uma travessia emocional, que respeita o tempo, a história e o momento de cada
pessoa.
Este acompanhamento é para pessoas que:
Não é um processo rápido. É um espaço de reconstrução.
Um processo terapêutico para atravessar perdas, rupturas e recomeços. Os 3 pilares do processo terapêutico.
O Método A.C.O.L.H.E.R conduz cada pessoa por um processo terapêutico completo, que
atua de forma integrada em três dimensões fundamentais.
Cuidado com os impactos físicos e emocionais da dor, como ansiedade, esgotamento e confusão mental.
Como acontece: escuta ativa, psicologia e nomeação emocional.
Acolhimento de sentimentos como culpa, raiva, tristeza, medo e dependência emocional.
Como acontece: cuidado individualizado e reorganização emocional.
Atenção às questões de fé, sentido da vida e perguntas profundas que surgem na dor.
Como acontece: linguagem espiritual sem dogmas, presença e reconexão interior.
Minha missão é acolher mulheres que enfrentam perdas e ajudá-las a encontrar caminhos de recomeço.
Veja como posso te ajudar.
Gratuita | 30 minutos | Online
Um primeiro encontro para compreender o que você está vivendo, esclarecer sua demanda e conhecer minha forma de trabalho.
Inclui orientação inicial e escuta qualificada para ajudar você a ganhar clareza sobre sua situação emocional e possíveis próximos passos.
Não substitui psicoterapia nem gera compromisso de continuidade.
Indicada para quem:
Pacote com 4 sessões | 1 mês | Online
Acompanhamento de curto prazo para pessoas que estão vivendo momentos de dor intensa, desorganização emocional, rupturas, luto recente ou crise relacional.
Esse formato oferece escuta qualificada, contenção emocional e organização psíquica quando tudo parece confuso, pesado ou sem direção.
Indicado para quem:
Formato:
4 sessões individuais
50 minutos cada
Realizadas em até 1 mês
Pacote com 10 sessões | Online
Acompanhamento terapêutico estruturado para pessoas que atravessam lutos emocionais, perdas, relacionamentos tóxicos, rupturas e transições profundas de vida.
O processo segue as etapas do Método A.C.O.L.H.E.R, conduzindo do acolhimento da dor à reconstrução emocional, com mais consciência, estabilidade e sentido.
Aqui, o foco não é apenas entender o que aconteceu, mas transformar a relação com a dor, fortalecer limites emocionais e criar novas possibilidades de vida após a perda.
Formato:
10 sessões individuais
50 minutos cada
Encontros semanais ou quinzenais
Sou enfermeira com ampla experiência em oncologia e, atualmente, atuo na área de psiquiatria. Ao longo da minha prática, acompanhei de perto pessoas atravessando diferentes formas de dor e perda.
Para aprofundar meu cuidado clínico, sou formada em psicoterapia na Dinamarca e estudante de psicanálise clínica, integrando essas abordagens ao meu trabalho.
Com essa trajetória, compreendi que o luto não está apenas ligado à morte, mas também às rupturas, aos vínculos que se encerram, às relações abusivas, às separações e às mudanças que desorganizam quem somos. É a partir dessa visão ampla
sobre o sofrimento humano que conduzo meu trabalho hoje.
Este é um espaço seguro para você falar sobre o que está vivendo. Preencha nosso formulário para receber meu contato em instantes.
Sim. A terapia é um espaço seguro para expressar sua dor, entender seus sentimentos e encontrar apoio para atravessar o processo de luto com mais clareza e acolhimento.
É exatamente nesses momentos que a terapia pode ser um apoio. Juntas, podemos encontrar caminhos para aliviar o peso e fortalecer seus passos rumo ao recomeço.
É comum que o luto venha acompanhado de sentimentos contraditórios. Amor e raiva, saudade e alívio, gratidão e ressentimento podem coexistir. Isso não significa que você amou menos ou que está “errada” por sentir assim.
Especialmente em relações complexas ou tóxicas, a ambivalência faz parte do processo de elaboração. Trabalhar esses sentimentos com cuidado ajuda a transformar culpa em compreensão.
Seguir em frente não significa esquecer ou apagar o que aconteceu. Muitas vezes, a dificuldade não está na perda em si, mas no vínculo que ainda precisa ser compreendido e integrado.
Quando o luto fica estagnado, pode haver camadas mais profundas envolvidas como dependência emocional, promessas não cumpridas, idealizações ou ausência de fechamento.
A terapia ajuda a organizar essas camadas para que você possa avançar sem negar sua história.
Sim, embora ambos envolvam perda, eles podem mobilizar processos diferentes.
No luto físico, há a ausência concreta da pessoa.
No luto emocional como em términos ou rompimentos, a ausência pode ser ambígua:
a pessoa está viva, mas não faz mais parte da sua vida.
Essa ambiguidade muitas vezes prolonga a dor e dificulta a elaboração.Reconhecer essa diferença é um passo importante para dar nome ao que você está vivendo.